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De olho na Política por Moisés Pacheco
De olho na Política por Moisés Pacheco

Em pauta as noticias das politicas dos municípios de Gravataí e Cachoeirinha.

GIRO ESPECIAL
Apareceu na Tv e polemizou na Câmara
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Moises Pacheco Gravataí - RS
Postada em 06/12/2017 ás 15h20 - atualizada em 06/12/2017 ás 19h50
Apareceu na Tv e polemizou na Câmara

A Sessão Ordinária da Câmara de Vereadores de Gravataí de ontem (05/12) teve momentos tensos por conta de uma matéria publicada no Grupo RBS sobre a fila de espera para consultas do SUS de pacientes de Gravataí que aguardo especialidades ofertadas pelo Estado do Rio Grande de Sul. Segundo a matéria a fila de espera é composta de cerca de 7,3 mil pacientes.


Em sua fala o Vereador Dimas Costas (PDT), que alguns de seus pares comentou nos bastidores ironicamente que lhe “rompeu a veia petista”, foi veemente como bom oposicionista que é a atual situação tanto da segurança quanto da saúde no município. “É só tragédia na saúde, quanto na segurança”, bradou na tribuna o vereador.


Ainda durante a fala de Dimas, fez uso da palavra a Vereadora Rosane Bordignon para lembrar o dever de fiscalização de cada vereador; “Temos o dever de fiscalizar e cabe ao governo ouvir ou não a nós e a população. Isso é inadmissível”.


Falando em nome da base aliada do Governo o Vereador Alan Vieira declarou em um aparte: “Tivemos muitos avanços na área da saúde, mas esse não é um problema só de Gravataí”. Fora da Tribuna o Vereador referiu que a Secretaria Municipal de Saúde através da CMC (Central de Marcação de Consultas) cadastra os pacientes no Sistema GERCON, sistema esse que regula o número de consultas a serem ofertadas aos municípios, sendo que a SMS não tem gerenciamento sobre esse sistema ela apenas abastece o mesmo com os dados dos pacientes e quando o Estado libera a consulta a CMC entra em contato com o paciente para informar os dados do agendamento.


No início da noite, ainda durante a sessão, o site Seguinte informou que a Prefeitura de Gravataí ingressou com uma ação na Justiça de Gravataí cobrando R$ 17 milhões em repasses para a saúde que deixaram de ser pagos pelo governo do Estado entre 2014 e 2017.


 

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