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GIRO POLICIAL
Ritual satânico teria ocorrido em Gravataí
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Moises Pacheco Gravataí - RS
Postada em 05/01/2018 ás 14h55 - atualizada em 06/01/2018 ás 12h14
Ritual satânico teria ocorrido em Gravataí

A casa fica cerca de 30 quilômetros do local onde partes dos corpos das crianças, que seriam argentinas, foram localizados. Na quarta-feira, 27 de dezembro, três homens foram presos suspeitos de cometerem o assassinato e esquartejamento dos irmãos - um menino, de 8 a 10 anos, e uma menina, entre 10 e 12. Um dos presos é o líder da seita religiosa, o outro seria o homem que encomendou o ritual e um parente dele.


O acesso ao templo onde duas crianças teriam sido mortas e esquartejadas em um ritual para atrair prosperidade é feito por uma estrada de chão batido na Região Metropolitana e fica próximo a uma rodovia estadual.


Com poucas casas no entorno, a residência de cor laranja, com janelas escuras, é rodeada de mato fechado: árvores e arbustos impedem a visualização do local. À frente, um portão azul exibe um pentagrama, uma estrela de cinco pontas - que possui diversos significados, desde numerológico, matemático, mitológico e até na magia.


Polícia Civil acredita que uma pessoa pagou R$ 25 mil ao líder de um templo satânico para o sacrifício de duas crianças. Os corpos de um menino e de uma menina, de aproximadamente 8 e 12 anos, respectivamente, foram encontrados em setembro do ano passado. Três pessoas, incluindo o líder da seita, foram presas pela polícia. A investigação foi difícil para a polícia, uma vez que exames de DNA não identificaram as crianças junto ao banco de dados. A falta de câmeras de segurança na região também foi um obstáculo.


Várias possibilidades eram cogitadas, inclusive a de que as crianças poderiam ser vítimas colaterais de uma disputa relacionada ao tráfico de drogas. No entanto, a ausência da busca por pais ou parentes intrigou a polícia. Por isso, com base nos novos indícios coletados na investigação, surgiu a hipótese de que o menino e a menina possam ter sido trazidas ou compradas na Argentina.


Os três suspeitos foram presos logo após o Natal, em uma operação, mas a informação foi divulgada no começo desta semana. O líder do templo, que é do Rio Grande do Sul, nega as acusações, mas relata suas práticas satanistas, que já foram até documentadas por meio de canais de televisão paga.

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