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GIRO NACIONAL
Editorial | Do ministério onde há vagas e o carnaval
Por Moisés Pacheco
Moises Pacheco Gravataí - RS
Postada em 05/02/2018 ás 12h48
Editorial | Do ministério onde há vagas e o carnaval

O Ministério do Trabalho está há um mês com o seu principal cargo vago; o de Ministro do Trabalho, fato este que ocorre por conta de várias ações judiciais que impedem que a indicada pelo Presidente da República assuma o cargo e também pela insistência do Governo em manter a indicação.


Mas ao que tudo indica não a há vagas para este cargo pois o Governo, por conta de seus acordos políticos para a votação de projetos pertinentes a atual política de governo, insistira em sua indicação fundamentado no princípio que tal cargo é de livre nomeação e exoneração do Presidente da República, o que de certa forma faz sentido, principalmente para aqueles que se sentem incomodados pela “judicialização das decisões” o que por vezes prejudica o Estado por tratar-se de uma “ingerência” entre poderes.


Não nos cabe aplaudir ou criticar, mas mostrar a realidade de situações como esta que geram por vezes incertezas políticas ou por outras vezes necessidades de realinhamento de gestões de processos de trabalho quando as decisões afetam a administração pública que por vezes têm que cumprir uma decisão judicial, por vezes se tempo hábil para recurso, em detrimento de ações inclusas nos projetos de governo que são proteladas por conta da falta de recursos para contemplar ambas as ações.


Mas este “embrolho político” pode durar mais tempo pois o mês de fevereiro tem apenas dezessete dias uteis pois é O mês do carnaval, mês do “recesso popular” onde tudo é esquecido até a quarta-feira de cinzas, quando o Brasil para por cinco dias para festejar. A fortes indícios que em cidades como São Paulo e Rio de Janeiro, cidades dominadas pela violência e criminalidade, há uma “trégua extraoficial” para que o carnaval não seja prejudicado.


A quem diga que o ano no Brasil inicia-se “oficialmente” não em primeiro de janeiro e sim na quarta-feira feiras de cinza, um ano que promete muitas outras situações, como esta do Ministério do Trabalho, digamos no mínimo “inusitadas” pois é ano de eleição!

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