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Gravataí-rs | Da ‘frente que não foi em frente ‘a publicidade paga
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Moises Pacheco Gravataí - RS
Postada em 11/05/2018 ás 15h21
Gravataí-rs | Da ‘frente que não foi em frente ‘a publicidade paga

A última sessão plenária teve momentos tensos e com muito “fogo amigo” por conta de projetos oriundos do próprio legislativo. O primeiro deles é o Projeto de Lei nº: 27/2018 de autoria do Vereador Bombeiro Batista e que prevê a divulgação, pela Administração Pública, dos gastos com publicidade, na forma que especifica.


Já o segundo tratava-se de um Projeto de Decreto Legislativo nº:4/2018 de autoria do Vereador Wagner Padilha que dispõe sobre a criação da Frente Parlamentar de Proteção e Defesa do Meio Ambiente no Município de Gravataí e dá outras providências.


Ambos os projetos geraram diversas discussões o primeiro referente aos gastos com publicidade foi fervorosamente defendido pelo Vereador Dilamar soares. Soares também denunciou na Tribuna o auto custo de um anuncio pago pela Prefeitura a um periódico.”...A verba publicitaria aprovada por esta Casa no orçamento anual vai para uma agencia de publicidade que ganhou o processo licitatório e é ela que distribui as verbas publicitarias do município de Gravataí, só que nós não temos acesso a quantia e para quem é destinado!”


Com isso o Vereador acredita que não há uma distribuição equânime entre todos os órgão de comunicação no município. Ele também diz saber, de fontes extraoficiais um “site que persegue” principalmente os vereadores da oposição só no último lançamento de seu periódico mensal escrito que uma página custou oito mil reais as cofres públicos.


O primeiro deles é o Projeto de Lei nº: 27/2018 de autoria do Vereador Bombeiro Batista foi aprovado por unanimidade dos vereadores presentes.


Já o Vereador Wagner Padilha não teve assim tanta sorte com o seu projeto que pretendia criar uma Frente Parlamentar de Proteção e Defesa do Meio Ambiente. Na Tribuna o Vereador Alex Tavares justificou seu voto contrário entendendo que a criação de Frentes Parlamentares acabam esvaziando a competência das Comissões daquela Casa, opinião está também compartilhada pelo Vereador e Presidente da Casa, Airton Leal, não precisou usar de sua prerrogativa de voto minerva visto que o projeto foi reprovado por 11x08 com uma abstenção do Vereador Bombeiro Batista.


Ainda sobre o tema cabe ressaltar a opinião do Vereador Carlos Fonseca acredita ter havido um “quebra de paradigmas” pois se institucionalizou naquela Casa a definição da composição das comissões com uma divisão entre oposição e situação. “Tolir um vereador de criar uma frente seja ela ampla ou especifica é tolir o trabalho do vereador, pois se o mesmo está numa comissão e não se sente representado e que acredite que possa avançar com uma frente parlamentar porque não fazê-lo. É um direito do Vereador”, Declarou Fonseca.


 

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